Autor Tópico: Wargames: The Dead Code (2008)  (Lida 6978 vezes)

electrobomba

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Re: Wargames: The Dead Code (2008)
« Responder #15 em: 09 de Abril, 2009, 03:01:03 15 »

ola a todos visto que nao tem nenhuma novidade de novos filme ca aqui fica uma sugestao
http://www.youtube.com/watch?v=LkIXONfuH7U aqui  fica o trailer
http://www.imdb.com/title/tt1298721/ para mais informaçoes esse e o link do imdb divirtam-se

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fast and furious 4
« Responder #16 em: 09 de Abril, 2009, 03:12:54 15 »
http://www.youtube.com/watch?v=cib8oEhbxc4  esse e um trailer de um dos grandes filmes do ano mais uma grande novidade   :P
sinopse: Vin Diesel e Paul Walker se juntam novamente no episódio decisivo da franquia de velocidade, 'Velozes e Furiosos'. Voltando às ruas onde tudo teve início, Michelle Rodriguez e Jordana Brewster se juntam a eles para derreter o asfalto com poderosos e tunados carros por Los Angeles e pelo deserto Mexicano no novo e poderoso thriller de ação.

Quando um crime faz com que eles voltem a Los Angeles, o ex-presidiário e fugitivo Dom Toretto (Diesel) reencontra o agente Brian O'Conner (Walker). Mas eles são forçados a confrontar um inimigo em comum, e se juntam construir uma nova aliança de confiança se quiserem derrotá-lo.
http://www.fastandfuriousmovie.net/    isso e o site oficial e para mais uma informaçao extra aqui fica
http://www.fastandfuriousmovie.net/ comentem em baixo obrigado

electrobomba

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Days of Darkness (2009)
« Responder #17 em: 09 de Abril, 2009, 10:43:32 22 »
http://www.youtube.com/watch?v=ZE-rSdM3_5E     aqui fica mais um grande filme uma grande sugestao
comentem obrigado

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The Wrestler
« Responder #18 em: 11 de Abril, 2009, 12:52:51 12 »
The Wrestler


Realização: Darren Aronofsky. Elenco: Mickey Rourke, Marisa Tomei, Evan Rachel Wood, Mark Margolis, Todd Barry, Wass Stevens, Judah Friedlander, Ernest Miller. Nacionalidade: EUA / França, 2008.








Sem o experimentalismo visual que marca a obra de Darren Aronofsky – “Pi”, “Requiem For A Dream”, “The Fountain” – “The Wrestler” tem toda a sua característica complexidade emocional, reforçada por uma extrema simplicidade e crueza.



Randy Robinson (Mickey Rourke) está longe da glória dos nos 80, quando a sua alcunha 'The Ram' enchia ringues no circuito profissional de wrestling. Hoje ele está limitado a encontros mal pagos em pequenos centros comunitários, sessões de autógrafos em ginásio de escolas, ou à compra de utensílios para o seu número em lojas dos 300. O seu trabalho a tempo parcial num supermercado mal lhe dando para pagar a renda do atrelado onde vive.



Tirando a camaradagem superficial dos seus colegas de profissão, Randy é um homem solitário, cuja dedicação profissional destruiu tudo e todas as relações ao seu redor. O seu corpo é um espelho da sua derrota. O ringue é o único sítio onde ele não se sente perdido e sozinho. Numa mistura de necessidade e orgulho, ele não tem outra saída se não continuar a fazer a única coisa que sabe fazer. Quando um ataque cardíaco vem colocar a sua vida sob uma nova perspectiva, Randy tenta recuperar a sua relação com a filha Stephanie (Evan Rachel Wood) e, pelo caminho, construir uma nova relação com a stripper Cassidy (Marisa Tomei).



Aronofsky está enfeitiçado pela personagem, pelo actor ou, muito possivelmente, por ambos e consegue de Rourke uma interpretação mágica de força e de intimismo. Mickey Rourke É Randy "The Ram" Robinson, física e emocionalmente. A sua realidade (de ruína e tentativa de redenção, com uma passagem pelo mundo do boxe profissional) confundindo-se com a ficção do argumento de Robert D. Siegel. Apesar da sua aparição em “Sin City”, este é o seu regresso. E, para que não fiquemos com dúvidas, neste papel sobre um regresso ele é físico e visceral, e simultaneamente, calmo e poderosamente triste.



Num mundo onde o sexo e a violência são bens comerciáveis, Randy e Cassidy dão aos “espectadores” o que eles querem, no ringue ou no palco. Na pele carregam as suas memórias e os seus erros, ele nas cicatrizes, ela nas tatuagens. Mas quando se fala de corpo, o tempo não tem misericórdia (as feições de Rourke, deturpadas já pelo botox e que tais é reflexo disso mesmo).



Marisa Tomei contraria esta tendência, melhorando a cada novo filme e com cada peça de roupa de a menos. Uma nota (muito) especial para Evan Rachel Wood que, sem contexto à frente do ecrã, consegue conferir uma intensidade impressionante às suas cenas.



“The Wrestler” é um olhar desde dentro para o mundo do wrestling nos circuitos de menor calibre (haverá quem diga que isso era antes e não agora, mas eu mantenho algum cepticismo). O planeamento a que as lutas estão sujeitas não impede nem a dor nem o sangue, faz apenas com que os lutadores se magoem de uma forma esperada. E, no mundo do espectáculo, vale tudo.



Randy é um homem que compreende os seus erros, mas que não sabe como corrigi-los. Um novo trabalho é a possibilidade de alguma forma de futuro. E talvez consiga ser o pai que nunca foi e talvez possa, finalmente, ser amado. Para ilustrar essa janela de oportunidade, Aronofsky oferece-nos uma das cenas mais belas dos últimos tempos: Randy desloca-se do balneário para a sua nova tarefa na charcutaria do supermercado, em fundo ouve-se a multidão e, de repente, é como se estivesse a entrar num ringue.



Desengane-se quem pensa que este filme é sobre wrestling. A condição humana é transversal. E, por entre murros, cabeçadas e golpes acrobáticos, este filme sussurra-nos ao ouvido o próximo movimento da luta.

http://www.youtube.com/watch?v=61-GFxjTyV0     


http://www.imdb.com/title/tt1125849/



divirtam-se ;D

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Watchmen
« Responder #19 em: 11 de Abril, 2009, 03:27:26 15 »
Watchmen ***


Realização: Zack Snyder. Elenco: Malin Akerman, Billy Crudup, Matthew Goode, Jackie Earle Haley, Jeffrey Dean Morgan, Patrick Wilson, Carla Gugino, Matt Frewer, Stephen McHattie. Nacionalidade: Reino Unido / EUA / Canadá, 2009.








Deixem-me adiantar que não li a banda desenhada de Dave Gibbons e Alan Moore, mas tenho-a lá em casa, em conjunto com um fã que me está a instigar a tratar disso o mais brevemente possível.



“Watchmen”, o filme, é necessariamente uma experiência visual, que o argumento de David Hayter e Alex Tse e a realização de Zack Snyder (“300”) consideraram com grande seriedade.



Em 1985, numa América alternativa, a guerra do Vietname é ganha pelos americanos, Richard Nixon cumpre um hipotético terceiro mandato e a guerra fria parece não ter fim à vista. Uma directiva governamental vem tornar ilegal a actividade dos super-heróis. Não que o grupo de vingadores mascarados conhecido como Watchmen seja um perigo para a sociedade, uma vez que todos os seus elementos se encontram retirados da sua actividade de combate ao crime.



Até ao momento em que um seu antigo membro, The Comedian ou Edward Blake (Jeffrey Dean Morgan), é assassinado, levantando uma ameaça sobre todos os outros que preocupa especialmente Rorshach ou Walter Kovacs (Jackie Earl Haley), um homem dedicado à sua missão sem compromissos nem cedências. Decidido a descobrir o assassino, ele começa por avisar os seus anteriores companheiros, Nite Owl ou Dan Dreiberg (Patrick Wilson), um homem isolado do mundo pela mestria com a tecnologia, e Ozymandias ou Adrian Veidt (Matthew Goode), o homem mais inteligente do mundo que montou um enorme negócio em torno da sua identidade de super-herói.



Do antigo grupo faz ainda parte o Dr. Manhattan (Billy Crudup), um homem que vive fora do espaço e do tempo, empregado pelo governo americano para, através da manipulação de partículas conter a cada vez mais provável ameaça de destruição nuclear. Num processo de distanciamento cada vez maior, a sua única ligação à humanidade, seu lado está Silk Spectre II ou Laurie Jupiter (Malin Akerman) que vive na sombra da herança familiar – a sua mãe era a original Silk Spectre (Carla Gugino) dos idos anos 40.



Desconstruindo o super-herói, “Watchmen” está preocupado com o ser humano. Estes são simples homens e mulheres que, apesar de se verem impotentes perante a maldade e sujidade do mundo, se mascaram para combater o crime. À excepção do Dr. Manhattan, o único com super-poderes, todos eles fazem uso dos seus talentos naturais, que trazem consigo qualidades, falhas e contradições humanas. Numa sociedade sem esperança e no seio de uma falência moral, eles estão destinados a ajudar a humanidade, ainda que cada um deles tenha uma visão diferente sob a forma correcta de o fazer.



Apesar da sua longa duração, “Watchmen” parece apenas aflorar estes universos individuais, já para não falar nas narrativas que tiveram de ser descartadas. No entanto, a história mantém-se consistente até ao final (tremo de pensar na tentação da sequela, ainda que o final não deixe clara – certamente não necessária – essa eventualidade).



Do ponto de vista visual, “Watchmen” tem uma extrema atenção ao detalhe. Dos fatos de capas, botas, luvas e máscaras (a de Rorschach – a sua identidade – é simplesmente maravilhosa), ao som e aos planos soberbamente construídos, é evocada a experiência de ler uma banda desenhada, chegando mesmo a haver uma fiel reprodução de algumas vinhetas. Surpreende, pois, que a caracterização seja tão fraca, prejudicando o papel de Carla Gugino e tornando ridículo o enorme nariz de Nixon.



“Watchmen” é uma obra ambiciosa e arriscada, porque parte de uma fonte densa e complexa. Através de flashbacks, o quadro de cada personagem vai-se alargando, percebemos de onde vêm e o que os motiva. Conseguimos ligar-nos a Dan e à sua falta de propósito e direcção desde que se “reformou”, à insatisfação afectiva de Laurie, sofremos com a dura perda de humanidade de Dr. Manhattan e revoltamo-nos perante as coisas que Rorschach viu e sofreu. São estas personagens, cuja força é correspondida com muito competentes interpretações (destaco Jackie Earle Haley como Rorschach), e os seus impossíveis dilemas que tornam “Watchmen” uma fábula brutal e filosófica.



Venha o livro!





http://www.imdb.com/title/tt0409459/  isso e se quiseram mais alguma informaçao extra 



http://www.youtube.com/watch?v=E4blSrZvPhU 
bons filmes


electrobomba

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Tyson.2009
« Responder #20 em: 12 de Abril, 2009, 10:47:48 10 »
http://www.youtube.com/watch?v=DnRVunw5-pQ   


grande docomentário sobere a vida desse homem


comentem

levante

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Re: Wargames: The Dead Code (2008)
« Responder #21 em: 22 de Abril, 2009, 09:05:15 21 »
;D  Parece interessante, deve ser o género de filme que gosto.